Como eu seria se tivesse sido amada ao invés de estuprada?
terça-feira, 28 de junho de 2022
quarta-feira, 5 de abril de 2017
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
é só ser feliz, dizem que é bem fácil e sla o quê.
não se trata apenas de cruzar uma linha, mas, sim, de saber que ninguém pode fazê-lo por mim.
e isso me deixa frustrada
não consigo lidar com nada
e isso me deixa frustrada
não consigo lidar com nada
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
-
A maior parte do tempo que gastei "vivendo" foi destinado a dedicação completa ao sofrimento alheio, quando as vezes eu mesma precisava de amparo. Será que ainda prevalece a historia do "ninguém se importa, kamila, chore sozinha no canto."?. Não consigo de fato encontrar motivação minima para qualquer que seja a atividade a ser executada, sabe?. Mas continuo sorrindo e distribuindo abraços para os que me estendem os braços e escancaram a boca deixando a mostra todos os dentes.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
domingo, 15 de setembro de 2013
Please believe me
Acho que as serpentes acabam morrendo com seu próprio veneno quando não o liberam em outra pessoa.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
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"Há sempre
um alguém à espera de susanitas
em um lugar
destinado a florbelas (súditas do palácio da saudade).
Há um
sempre. sempre, sempre e sempre. (Há um nunca. sempre, sempre e sempre)"
domingo, 30 de junho de 2013
sábado, 11 de maio de 2013
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Para quedas
Como ao despertar de um sonho. Acordo do que imaginei viver e sou trazida à realidade. Como distinguir o real do que-desejei-acontecer todo esse tempo? Impossível.
As cores opacas tronam-se atraentes para aqueles que nunca observaram o mundo senão através de lentes embaçadas. Se ao menos o toque fosse real...
Amargo és por trazer-me a este mundo de feras impiedosas! Porque tamanho castigo fora aplicado a mim?
Oh, Poeta dos desalentados, que carregas consigo? Quão dolorosas podem ser tuas chagas?. Pequeno Principe de cabelos anelados, deseja despertar súditos para teu reino surreal?
Se assim for. porque desenha diante de mim, inocente criança, uma realidade crua e gélida? Não me quer metida em teu rebanho? Perdão, senhor meu, por não ser digna de tua majestosa proteção.
"Faça-se em mim segundo a vossa vontade"
[...]
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Onde estão os anjos quando precisamos deles?
As horas passam, seguem os dias..
O mundo não tomou nota do ocorrido..
Não houve uma prece..
sequer ..
Um dia de luto.
O mundo não tomou nota do ocorrido..
Não houve uma prece..
sequer ..
Um dia de luto.
não existe paraíso, tampouco, serpentes.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Partida.
Se fosse planejado talvez não houvesse causado tamanha
desordem interior. Muito menos haveria me embriagado com sua beleza.
Eu que já desacreditava da força que governa os olhares,
fui perder-me por aqueles, desorientados, que estavam sempre voltados para o
sol. Aquele que estava numa brusca (in)consciente pelo hálito mórbido que certa
feita lhe soprou a face.
Fui convidada a passear pelos jardins do palácio da
saudade (sua morada), mas senti inveja de todas aquelas belas flores e como
castigo fui banida do seu reino.
Súdita então do palácio das lembranças fui condenada a
vagar ansiando o dia no qual seria aceita novamente. Dolorosa e
(in)findável espera.
Mas o principezinho regressou “Talvez eu tenha até
sentido saudade” e me propôs ir mais fundo. Atravessar os jardins. Permitiu
minha entrada em sua morada.
E quando sua estrela da manhã não surgia, ele buscava
consolo em meus aposentos “Tenho medo. Quando o sol haverá de emanar sua luz
novamente? As flores já não sorriem e acabam partindo em busca de terras mais
quentes...” debruçado sobre o meu colo, soluços inaudíveis, quase um suplicio
da alma. Desejei ter as mãos quentes para lhe afagar os caracóis que carregava
sobre sua cabeça. Mas, elas estavam sempre frias. Mesmo assim ele permanecia e
adormecia.
Pude observá-lo durante o sono e fantasiei ter a
soberania de lhe tocar o ninho. Sentir todos os odores que o corpo exalava.
Descobrir então feito criança levada que em tudo põe as mãos, tudo quer provar,
se era doce o seu fruto.
Ele que ousou tocar com sabedoria os lugares mais escuros
daquela alma (esquecida), provocando sensações até então desconhecidas. Pobre
menina, ainda não percebeste que ele (o desconhecido) governa o seu corpo com
maestria?.
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