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terça-feira, 28 de junho de 2022

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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

terça-feira, 30 de maio de 2017

quarta-feira, 5 de abril de 2017







Just stop stopping, just stop starting
Count your notes and consult your P.C.

Don't remember what you're forgetting 
This definitely isn't a place for me to be.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

é só ser feliz, dizem que é bem fácil e sla o quê.

não se trata apenas de cruzar uma linha, mas, sim, de saber que ninguém pode fazê-lo por mim.

e isso me deixa frustrada

não consigo lidar com nada
com quase 22 anos eu deveria entender que as pessoas não agem da forma que quero.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

-

A maior parte do tempo que gastei "vivendo" foi destinado a dedicação completa ao sofrimento alheio, quando as vezes eu mesma precisava de amparo. Será que ainda prevalece a historia do "ninguém se importa, kamila, chore sozinha no canto."?. Não consigo de fato encontrar motivação minima para qualquer que seja a atividade a ser executada, sabe?. Mas continuo sorrindo e distribuindo abraços para os que me estendem os braços e escancaram a boca deixando a mostra todos os dentes.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Kamila não é um nome tão feio assim.

E cada pétala de mim também merece um versinho.

domingo, 15 de setembro de 2013

Please believe me

Acho que as serpentes acabam morrendo com seu próprio veneno quando não o liberam em outra pessoa.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

-



"Há sempre um alguém à espera de susanitas
em um lugar destinado a florbelas (súditas do palácio da saudade).

Há um sempre. sempre, sempre e sempre. (Há um nunca. sempre, sempre e sempre)"

sábado, 11 de maio de 2013


 
"The heretic seal beyond divine
Pray to god who's deaf and blind
The last night's the soul's on fire
Three little words and a question why

Love's the funeral of hearts
And an ode for cruelty
When angels cry blood
On flowers of evil in bloom
The funeral of hearts
And a plea for mercy
When love is a gun
Separating me from you"
 

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Para quedas

Como ao despertar de um sonho. Acordo do que imaginei viver e sou trazida à realidade. Como distinguir o real do que-desejei-acontecer todo esse tempo? Impossível.
As cores opacas tronam-se atraentes para aqueles que nunca observaram o mundo senão através de lentes embaçadas. Se ao menos o toque fosse real...
Amargo és por trazer-me a este mundo de feras impiedosas! Porque tamanho castigo fora aplicado a mim?
Oh, Poeta dos desalentados, que carregas consigo? Quão dolorosas podem ser tuas chagas?. Pequeno Principe de cabelos anelados, deseja despertar súditos para teu reino surreal?
Se assim for. porque desenha diante de mim, inocente criança, uma realidade crua e gélida? Não me quer metida em teu rebanho? Perdão, senhor meu, por não ser digna de tua majestosa proteção.

"Faça-se em mim segundo a vossa vontade"




[...]

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Onde estão os anjos quando precisamos deles?

As horas passam, seguem os dias..
O mundo não tomou nota do ocorrido..
Não houve uma prece..
sequer ..
Um dia de luto.




não existe paraíso, tampouco, serpentes.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013




Prisioneiros de nós mesmos
Reféns do passado
Vitimas de um crime inafiançável.

sábado, 23 de fevereiro de 2013




Cansei de ser a cera humana,
Que derrete facilmente;
 Moldada constantemente;
Sob o trincar de vozes estéricas;
Forçada a exalar aromas,
Nessa vida que só me rouba,
Apunhala, prende e mal-trata,
Poderei eu,
Um dia,
Provar a verdadeira dádiva de existir?



quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Partida.


Se fosse planejado talvez não houvesse causado tamanha desordem interior. Muito menos haveria me embriagado com sua beleza.
Eu que já desacreditava da força que governa os olhares, fui perder-me por aqueles, desorientados, que estavam sempre voltados para o sol. Aquele que estava numa brusca (in)consciente pelo hálito mórbido que certa feita lhe soprou a face.

Fui convidada a passear pelos jardins do palácio da saudade (sua morada), mas senti inveja de todas aquelas belas flores e como castigo fui banida do seu reino.
Súdita então do palácio das lembranças fui condenada a vagar ansiando o dia no qual seria aceita novamente. Dolorosa e (in)findável  espera.

Mas o principezinho regressou “Talvez eu tenha até sentido saudade” e me propôs ir mais fundo. Atravessar os jardins. Permitiu minha entrada em sua morada.
E quando sua estrela da manhã não surgia, ele buscava consolo em meus aposentos “Tenho medo. Quando o sol haverá de emanar sua luz novamente? As flores já não sorriem e acabam partindo em busca de terras mais quentes...” debruçado sobre o meu colo, soluços inaudíveis, quase um suplicio da alma. Desejei ter as mãos quentes para lhe afagar os caracóis que carregava sobre sua cabeça. Mas, elas estavam sempre frias. Mesmo assim ele permanecia e adormecia.

Pude observá-lo durante o sono e fantasiei ter a soberania de lhe tocar o ninho. Sentir todos os odores que o corpo exalava. Descobrir então feito criança levada que em tudo põe as mãos, tudo quer provar, se era doce o seu fruto.
Ele que ousou tocar com sabedoria os lugares mais escuros daquela alma (esquecida), provocando sensações até então desconhecidas. Pobre menina, ainda não percebeste que ele (o desconhecido) governa o seu corpo com maestria?.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

" [...] Eu que já desacreditava da força que governa os olhares, fui perder-me por aqueles, desorientados, que estavam sempre voltados para o sol. [...] "